A importância do indivíduo na organização

Já dizia quem entende do assunto:

Já vai longe o tempo em que se usava manuais para aprender a lidar com pessoas. Se os manuais funcionaram para outros insumos, como financeiros, produtivos e mercadológicos, no caso das pessoas é inútil consultar manuais, pois não há regras gerais de como melhor gerir as pessoas. (Bergamini, 1997)

 Tais regras não existem, porque cada indivíduo é único. Sendo assim, possuem necessidades diferentes uns dos outros, cada um com sua particularidade, modo de vida, maneira de relacionar-se e questões que o satisfaça inteiramente com constância em sua essência. Cada funcionário que compõe as atividades organizacionais deve ser lembrado unicamente, mas muitas vezes a percepção do “dever” é apenas o “querer” desse indivíduo em fazer-se reconhecido em meio aos demais.

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Nesse contexto, as organizações que pretendam atender às individualidades dentro do todo, podem basear-se em apenas uma parte da teoria das necessidades de Maslow (1970), citada por Bergamini (1997, p.71-73), na qual a quinta necessidade humana é a de autorrealização, que se orienta para o desenvolvimento integral da potencialidade individual – representando a grande busca de individualização, ou seja, visa atender à mais alta aspiração do ser humano, ser ele mesmo dentro do grupo podendo usufruir de toda a potencialidade da qual é capaz. E, partindo desse tratamento a organização pode obter uma comunicação interna eficiente com seus funcionários, engajá-los e crescer.

De acordo com o Prof. Me. Mateus Furlaneto, Public Relations Manager na Aberje e Professor da Faculdade Cásper Líbero “A organização é a criação do homem, que tem como objetivo somar individualidades, por intermédio de uma divisão do trabalho, com o objetivo de atingir metas específicas que supram as necessidades de um grupo ou de uma sociedade”.

Ao entender a necessidade e origem de cada indivíduo, destaca-se facilmente se sua presença é somada ou não aos objetivos desta.

 Por: Vanessa Abrantes – 3° RPC

REFERÊNCIAS

 BERGAMINE, Cecília Whitaker. Motivação nas organizações. 4ª edição. São Paulo: Editora Atlas S.A, 1997.

 NASSAR, Paulo, FIGUEIREDO, Rubens. O que é comunicação empresarial. São Paulo: Brasiliense, 2006.

 GOMES, Nelson, NASSAR, Paulo. A comunicação da Pequena empresa. 3ª edição. São Paulo: Editora Globo.

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